Transporte & Turismo
segunda-feira, 9 de março de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
SEMINÁRIO INTERNACIONAL BRASIL/HOLANDA SOBRE HIDROVIAS
(FOTO: ANTAQ)ANTAQ promove Seminário Internacional Brasil/Holanda sobre
Hidrovias
Especialistas, autoridades e empresários brasileiros e holandeses estarão reunidos no Seminário
Internacional Brasil/Holanda sobre Hidrovias, que a Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ
realizará nos dias 4 e 5 de março, no auditório da Confederação Nacional dos Transportes – CNT, em
Brasília. O evento contará com a presença da comitiva oficial holandesa, liderada pelo seu ministro de
Transportes, Obras Públicas e Recursos Hídricos, Camiel Eurlings.
Com o Seminário Brasil-Holanda, a ANTAQ dá continuidade ao ciclo de debates sobre o transporte
hidroviário interior. Ao longo de três anos, a Agência promoveu nove eventos nacionais, com o objetivo de
contribuir para o desenvolvimento das hidrovias brasileiras, e dois encontros internacionais: o seminário
com a Bélgica, realizado em 2007, e o seminário Brasil/Estados Unidos (Mississipi), transcorrido em 2008.
A privilegiada localização geográfica aliada à uma densa infraestrutura física e ao alto grau de
especialização e implementação de conceitos inovadores e sustentáveis fazem da Holanda o principal
centro logístico da Europa. Por sua vez, o Brasil, com 63 mil quilômetros de extensão total de águas – é a
segunda maior bacia hidrográfica do mundo -, trabalha para ampliar a utilização comercial das suas vias
navegáveis, que hoje soma pouco mais de 13 mil quilômetros.
Segundo o gerente de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Interior da Agência, Adalberto
Tokarski, o evento ajudará a estreitar as crescentes relações entre Brasil e Holanda no setor da navegação
interior. “A troca de informações e experiências contribuirão para desenvolver e modernizar o modal
hidroviário no Brasil e aperfeiçoar ainda mais a pujante navegação holandesa”, aponta Tokarski.
A programação do evento ainda não é definitiva, mas deverá obedecer à seguinte pauta: no primeiro dia (4
de março), será abordada a trajetória holandesa na navegação interior, com ênfase nos assuntos
governamentais. As apresentações focalizarão o sistema administrativo hidroviário holandês (regras,
regulamentações, monitoramento e inspeção), sua infraestrutura (investimentos e manejo) e
intermodalidade, e especialistas brasileiros abordarão os principais gargalos e soluções para o
desenvolvimento da navegação interior no Brasil.
No segundo dia (5 de março), a temática será empresarial. De manhã, representantes de empresas
brasileiras e holandesas apresentarão suas atividades, focos e planos para o setor, ficando a parte da tarde
reservada para a realização de rodadas de negócios entre empresas dos dois países.
TEMAS PRIORITÁRIOS
Serão abordados no seminário os seguintes temas: regulamentações e assuntos legislativos, área
considerada prioritária pela ANTAQ por englobar o sistema legal para uso das hidrovias, monitoramento e
controle e implementação de terminais, entre outros aspectos legais; estabilidade dos canais de navegação
(cartas eletrônicas e manejo da infraestrutura); embarcações em relação à infraestrutura e à carga. É fato
que a frota brasileira consiste, hoje, basicamente de comboios movidos por empurradores, diferentemente
da Europa, onde predominam embarcações motorizadas, mais eficientes.
Também estarão em destaque no seminário assuntos relacionados ao monitoramento e controle
operacional e à promoção da navegação interior. Este último tópico tem a ver com o convencimento dos
políticos e da sociedade em geral para o fato de que a navegação interior é a modalidade preferencial de
transporte dadas às suas vantagens ambientais, de segurança e oportunidades de logística.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
MUSEU CALOUSTE GULBENKIAN - LISBOA
(foto:Esteves - arte oriental)
(foto Esteves - armário chinês)
O museu fica no seguinte endereço: Avenida de Berna 45 A - Lisboa.
Um breve relato sobre o colenionador:
Nascido em Istambul em 29 de março de 1869, filho de abastados comerciantes, teve sua vida profissional dedicada à indústria do petróleo, participando de importantes negociações que culminaram com o desenvolvimento da indústria petrolífera no Oriente Médio. Nestas negociações 5% das ações das companhias envolvidas foram revertidas para Gulbenkian, que passou a ser conhecido como o ¨Senhor 5 por cento¨.
A partir daí, tournou-se um dos mais notáveis colecionadores de arte do século XX.
Os últimos treze anos da sua vida foram passados em Lisboa, no Hotel Aviz (1942 a 1955) e, em reconhecimento à boa hospitalidade, presenteou o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa com uma vasta e bela coleção. Por fim, deixou expresso em seu testamento a vontade de criar uma fundação com o seu nome, fundação esta construída em 1956, graças ao empenho do seu advogado português, José Azeredo Perdigão, que inaugurou em 1969 o museu, reunindo a totalidade da coleção de arte, com obras de Rodin, Van Dyck, Dupré, Courbet e outros.
domingo, 30 de novembro de 2008
LISBOA - A CHEGADA
terça-feira, 7 de outubro de 2008
sábado, 30 de agosto de 2008
PRINCIPAIS PORTOS DO BRASIL - ( III ) - PORTO DE VITÓRIA
(Porto de Vitória - anos 20 - divulgação)A história portuária do Espirito Santo tem sua origem no crescimento da cultura cafeeira na Província do Espirito Santo, a partir de 1870, tornou saturado o Porto de Itapemirim, então utilizado para o escoamento agrícola, essencialmente de cana de açúcar. Como alternativa, foram previstos embarques em outro atracadouro, denominado Cais do Imperador, na parte sul da Ilha de Vitória. Em 28 de março de 1906, o governo federal autorizou à Companhia Porto de Vitória (CPV) a implantação de novas instalações no mesmo local, ficando a cargo da empresa C. H. Walker & Co. Ltd. a execução 1130 metros de cais. As obras, no entanto, foram interrompidas em 1914. A União encampou a concessão dada à CPV e transferiu-a ao governo estadual pelo Decreto n.º 16.739, de 31 de dezembro de 1924, tendo sido a construção do porto retomada no inicio de 1925. Sua inauguração ocorreu em 03 de novembro de 1940, assinalando o começo do atual complexo portuário.Já nos anos 40, foram construídas as instalações de embarque da CVRD, no morro do Pela Macaco em Vila Velha, hoje totalmente desativadas e entregues a Codesa. Na mesma época teve inicio a construção do Terminal de Granéis Líquidos, também em Vila Velha. Nesta mesma época foram ainda construídas as instalações do Cais de Paul - (Usiminas e CVRD), hoje pertencente à Codesa e em pleno funcionamento, também localizadas em Vila Velha.Na década de 50 foram construídos os demais Cais de Vitória, berços 101 e 102. Na década de 60 foi construídoo Pier de Tubarão e na de 70 os Cais de Capuaba, Barra doRiacho e Ubu. Na década de 80 foi construído o Porto de Praia Mole.O Complexo Portuário do Espirito Santo é hoje um dos mais importantes do Brasil. Com uma infra-estrutura de transporte ferroviário, rodoviário e marítimo a bons níveis, apenas a rodovia necessitando de desenvolvimento e a ferrovia ainda subtilizada, realmente um sistema de transportes intermodal bastante atrativo, bem como competitivo.
O Espirito Santo, um dos Estados mais dinâmicos do Brasil, possui uma localização privilegiada, próximo aos grandes centros urbanos, industriais, e principalmente consumidor, onde está concentrada a grande parte do PIB brasileiro, uma costa privilegiada possuindo águas tranqüilas e profundas. A Companhia Docas do Espirito Santo - CODESA, órgão público com maioria das ações do Governo Federal, possui os seguintes cais no município de Vila Velha: • Cais de Capuaba - com 774 metros com 8.000 m2 de armazéns e 100.000 m2 de pátio e calado de 10,67 m, além de retroporto de área de aproximadamente 300.000 m2; • Cais de Paul - com 420 metros com 25.000 m2 de pátio, calado de 9,75 m. • Além dos Dolfins de Atalaia, do Terminal de São Torquato.Podemos informar que, 80% da movimentação de cargas já ocorre nas instalações de Vila Velha - Capuaba, Paul e Terminal de São Torquato;As instalações portuárias do município de Vila Velha, contam com infra estrutura de atracação, movimentação e transporte, tanto ferroviário quanto rodoviário, com fácil acesso ao Porto.A Infra-estrutura Portuária é completa, com equipamentos para movimentação de carga geral, conteineres, grãos e farelos, pátios e silos alfandegados.Parcerias com a iniciativa privada, como os arrendamentos dos Silos da Rhodes para malte, armazém graneleiro da Tecnogrãos e a construção do Cais da Nativa / Portuária Vila Velha na foz do rio Aribiri. Acrescenta-se a toda esta estrutura portuária pública e privada mais de sessenta agencias marítimas, mais de quarenta operadores portuários, mais de dez terminais de carga e um expressivo número de profissionais atuando nas mais diversas áreas de apoio ao comércio exterior, transporte, armazenagem e outros serviços, que anualmente atendem a mais de dois mil navios, no Complexo Portuário do Espirito Santo.

(Porto de Vitória - anos 80 - divulgaçao)
(fonte: site da CODESA)
