BRASILEIROS E ESTRANGEIROS SÃO ASSALTADOS EM ITAPARICA - BA.
(foto: Esteves - Igreja do Bomfim)Texto: Amândia Coêlho
É um absurdo, mas em um país que procura promover o turismo, a Bahia novamente ganha manchete nacional e internacional na mídia. Mas desta vez não foi por seus encantos naturais, mas sim pela violência.
As vítimas foram trinta e cinco turistas, dos quais nove estrangeiros, que foram rendidos por três homens dentro do restaurante da Pousada Recanto da Praia, no sábado passado (dia 14/06/08), na Ilha de Itaparica.
Todos almoçavam no restaurante quando foram rendidos por homens bem-vestidos, armados com revólveres e facas, levando, em apenas 20 minutos, dinheiro, jóias, filmadoras, alianças, cartões de crédito, correntes, telefones celulares e câmeras fotográficas.
Os saqueadores chegaram à pousada e preencheram a ficha de hóspedes, rendendo depois o gerente e outro funcionário. A violência com os turistas da Bélgica, Estados Unidos, Argentina, Inglaterra e Alemanha, além de visitantes do Maranhão, Alagoas, Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná foi inusitada e violenta. Houve quem levasse socos nas costas e fosse ameaçado com faca no pescoço, além de revólver.
Mas o fato ainda não parou por aí. Ao chamarem a polícia, os visitantes souberam que teriam que se dirigir até Salvador, em ferry-boat, porque não havia delegado plantonista na Delegacia de Itaparica.
O ocorrido é uma vergonha para nós, brasileiros, que dependemos tanto do turismo e de ótimas informações para desenvolvermos as regiões mais carentes, como o Nordeste. Aposto que, tão cedo, o grupo de trinta e cinco pessoas não volta lá.
As vítimas foram trinta e cinco turistas, dos quais nove estrangeiros, que foram rendidos por três homens dentro do restaurante da Pousada Recanto da Praia, no sábado passado (dia 14/06/08), na Ilha de Itaparica.
Todos almoçavam no restaurante quando foram rendidos por homens bem-vestidos, armados com revólveres e facas, levando, em apenas 20 minutos, dinheiro, jóias, filmadoras, alianças, cartões de crédito, correntes, telefones celulares e câmeras fotográficas.
Os saqueadores chegaram à pousada e preencheram a ficha de hóspedes, rendendo depois o gerente e outro funcionário. A violência com os turistas da Bélgica, Estados Unidos, Argentina, Inglaterra e Alemanha, além de visitantes do Maranhão, Alagoas, Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná foi inusitada e violenta. Houve quem levasse socos nas costas e fosse ameaçado com faca no pescoço, além de revólver.
Mas o fato ainda não parou por aí. Ao chamarem a polícia, os visitantes souberam que teriam que se dirigir até Salvador, em ferry-boat, porque não havia delegado plantonista na Delegacia de Itaparica.
O ocorrido é uma vergonha para nós, brasileiros, que dependemos tanto do turismo e de ótimas informações para desenvolvermos as regiões mais carentes, como o Nordeste. Aposto que, tão cedo, o grupo de trinta e cinco pessoas não volta lá.
Será que precisaremos da proteção do Senhor do Bomfim?

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